Obrigado querida Ilse!

Mesmo por morte natural, aos 94 anos, a notícia da partida de Ilse Machado Amaral comoveu a sociedade catarinense. Posso dizer, com todas as palavras, que a família Amaral me oportunizou a ser o profissional que sou hoje. Ainda jovem, quando iniciei minhas atividades no trabalho, fui ajudante de garson no restaurante Pegorini, office-boy e vendedor de loja, porém, aos meus 17 anos, Roberto Amaral, diz ele, recebeu um caderno elaborado por um menino, que brincava de fazer coluna social. O menino recortava fotos de jornais e revistas e elaborava textos, sem saber que estava aprendendo. Dr. Roberto me chamou. Deu-me emprego. Fui office-boy do jornal do SCC, O Planalto. E no mesmo veículo, fazia a coluna social. Dr. Roberto me autorizou a assinar a coluna. Veio a TV. E dona Ilse, a grande e inesquecível matriarca, extremamente carismática e comunicativa, sorriso forte, personalidade marcante e muito determinada, surgiu em minha vida. Deu-me sugestões e felizmente, conselhos!E a trabalho, fiz muitas viagens pelo Estado, em companhia de dona Ilse. Organizávamos concursos de misses. Gravávamos especiais para a TV. E a matriarca, impulsionada pela comunicação, era fiel ao projeto que ela e o marido Carlos Joffre do Amaral deram a Lages! Fiz três graduações, em educação e comunicação, mas a verdadeira aula de jornalismo e que possibilitou tornar-me o profissional que sou hoje, veio da família Amaral. Obrigado querida Ilse!

Ilse Machado Amaral deixa um legado na comunicação catarinense!

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